quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Por que Heloisa? Do livro ao curta metragem em animação.

Do site soescola. com

Filme conta história do primeiro dia de aula de Heloisa, uma menina com paralisia cerebral. A história de Heloisa começou no livro e agora é curta metragem em animação.
Por que Heloisa? a autora Cristiana se baseou numa história real para levar o espectador a repensar o conceito de deficiência.










https://www.soescola.com/2017/02/historia-do-primeiro-dia-de-aula-de-uma-menina-com-paralisa-cerebra.html?fbclid=IwAR1HQEOrMQvsFatpqv2XvVRTHqhtfkgRITquC-l8J475-QoExpwnFnmGSkQ


domingo, 10 de fevereiro de 2019

A violência contra a mulher aumentou.

 “A situação está preocupante, parece que a violência de gênero e agressão sexual contra mulheres e crianças estão liberadas.” 
Afirmou a coordenadora do estudo, Maria de Fátima  Marinho,  Diretora do Departamento de Vigilância de Doença e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde (DANTPS).

Do Portal Gelédes.org

Chance de homicídio de mulheres agredidas é de 151 vezes maior. Os homicídios e suicídios  correspondem a 83% das mortes por causas externas em mulheres vitimas de agressões anteriores.

No caso de mulheres idosas e crianças que sofreram violência prévia , a mortalidade aumenta ainda mais: mulheres com mais de 60 anos tem chances 311,4 vezes maiores; meninas com até 9 anos, 256,1 vezes a mortalidade média de outras  meninas na mesma faixa etária.

A coordenadora do estudo Maria de Fátima Marinho, Diretora do DANTPS acredita que  uma análise de dados mais recentes deve revelar uma situação ainda mais grave:
" Desde 2018 estamos identificando  um aumento significativo da violência contra a mulher, incluindo meninas menores de 10 anos e adolescentes."

Os dados foram compilados pelo Ministério da Saúde.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Papai quer trocar a fralda do bebê - mas onde?

Pai faz campanha na internet por trocadores de fraldas nos banheiros masculinos 
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Bela atitude, belo exemplo deu este pai ao mostrar as dificuldades para trocar as fraldas de seu filho, pois não  há trocadores nos banheiros masculinos dos shoppings. Isso é o resultado do machismo enraizado da sociedade, que por muito tempo relegou os cuidados dos filhos, exclusivamente às mulheres. Ao compartilhar sua experiência, ele contribui para a conscientização da importância de que os pais participem ativamente do cuidado de seus filhos.

Reflitamos.

Do site maisvibes.com


O pai norte-americano Donte Palmer, da Flórida decidiu postar na internet um problema pelo qual passa todo dia e que também afeta a muitos outros pais ao redor do mundo. Por vivermos em uma sociedade ainda muito machista,  trocadores de bebês usualmente não são instalados em banheiros  masculinos,  o que dificulta e muito o trabalho dos pais.






quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Exemplo de superação

A jovem Camila Mayer Ferreira, diagnosticada com Paralisia Cerebral está de parabéns  ao dar  exemplo de superação. Camila enfrentou barreiras, mas venceu os obstáculos ao graduar-se em Administração em Cuiabá.

do site www.deficiente.com.br


Tribunal de Justiça (SP) autoriza mãe de menina autista a cultivar Cannabis.

Do site Correio do Povo


Sentença inédita do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ SP) autorizou uma mãe de menina de seis anos diagnosticada com autismo, a cultivar maconha em sua casa para produzir óleo de Cannabis utilizado no tratamento de sua filha.

Relatórios médicos que acompanham o desenvolvimento da menina, e da escola onde a menina estuda, atestaram a melhora no quadro da criança após o início do tratamento e recomendaram  a sua continuidade. Segundo a mãe, antes de usar o óleo de extrato de Cannabis,  a filha apresentava dificuldades para desenvolver a fala e interagir socialmente ,irritabilidade, crises de ausência,  tremores e espasmos musculares. Antes não sentia fome, frio , dor; depois começou a identificar.

É uma boa notícia do Judiciário.


https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/geral/tj-sp-autoriza-m%C3%A3e-a-cultivar-maconha-em-casa-para-tratamento-da-filha-autista-1.318161

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Valentina nos Ensina sobre Inclusão: Você quer aprender?


                                                        

                                                                                                          lh6.googleusercontent.com

A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) garante os direitos das pessoas com deficiência, mas a realidade de Valentina mostra que a lei não é suficiente. A exclusão da menina de um espaço kids é uma clara violação dos seus direitos e um sinal de que a sociedade ainda precisa avançar muito para garantir a inclusão.

Lei 13.146/2015
Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência):
Art. 88: Praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência:
Pena: Reclusão, de 1(um) a 3 (três) anos e multa

§§ [...]

Do blog Mães em Ação:

Uma menina, de 5 anos, com síndrome de Down,  foi impedida de brincar em espaço kids de um shopping em São Paulo. A mãe inconformada  por causa da conduta do espaço ingressou na justiça por discriminação. Funcionários da atração impediram a garota, condicionaram o acesso ao acompanhamento de um responsável,  mesmo a menina tendo idade para frequentar o parque sem ter que estar acompanhada por um adulto. A regra do parque prevê a exigência de um adulto responsável para que  crianças menores de dois anos o frequente desacompanhada, que não era o caso da menina.
Valentina tem cinco anos e tem síndrome de Down. Exceto por essa condição é uma criança como outra qualquer de sua idade. Isto é, uma criança amável, meiga e feliz. 

A conduta dos funcionários do espaço kids demonstra profundo preconceito em relação à Síndrome de Down, bem como a falta de acessibilidade. Tendo em vista que a acessibilidade não se limita  a rampas ou elevadores, mas também inclui a adaptação de regras e procedimentos para atender as necessidades de todos.
 A crença de que pessoas com deficiência são incapazes, que precisam de cuidados especiais e que não podem se divertir com outras crianças é um esteriótipo que se baseia no capacitismo. Também ficou demonstrado o desconhecimento dos funcionários sobre os direitos das pessoas com deficiência.

É preciso que casos como esse sirvam como alerta para a sociedade. A inclusão de pessoas com deficiência é um direito e um dever de todos. É fundamental que empresas, instituições e indivíduos se conscientizem sobre a importância de promover a acessibilidade e combater a discriminação. A construção de uma sociedade mais justa e inclusiva depende de cada um de nós.


Por Lisiane Vieira Ortiz Martinez



                                                                   l



Referências



https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2020/11/capacitismo-subestimar-e-excluir-pessoas-com-deficiencia-tem-nome

Primeiro certificado em braille, de Pernambuco.

Do Diário de Pernambuco (31/01/2019)

Entregue a formanda de Direito Marília Lordsleem de  Mendonça o primeiro diploma em braille da Universidade Católica de Pernambuco. A formatura ocorreu em 30 de janeiro de 2019, as 19 horas, no Centro de Convenções.

É  um bom exemplo para as outras universidades, não é mesmo?


http://www.diariodepernambuco.com.br