Vou compartilhar aqui no blog esta coluna que li na edição 891 da Carta Capital, pois trata da tecnologia utilizada com as pessoas com DI, cujo título é: "A Tecnologia que faz pensar".
"Pessoas com DI enfrentam rotineiramente muitos desafios para manter as suas atividades de vida diária e até para conquistar um convívio social. O principal e justo objetivo dessas pessoas e suas famílias, seria portanto que a tecnologia mudasse suas vidas para melhor, ajudando-as a incluí-las em nossa sociedade que lhes é frequentemente hostil e cruel.
A Universidade de Concórdia, Canadá, publicou na revista Social Inclusion, estudo da cientista Ann Louise Davidson, que trabalhou com oito indivíduos com DI para gravar depoimentos sobre suas vidas.
Com tablets essas pessoas montaram um script destacando aspectos importantes de sua história de vida, filmaram seus depoimentos e editaram vídeos que foi assistido por um grupo que fez comentários,com posterior reedição pelo próprio autor desde que a críticas e as sugestões fossem aceitas.Os vídeos montados foram publicados em um canal público do Youtube.
Com tablets essas pessoas montaram um script destacando aspectos importantes de sua história de vida, filmaram seus depoimentos e editaram vídeos que foi assistido por um grupo que fez comentários,com posterior reedição pelo próprio autor desde que a críticas e as sugestões fossem aceitas.Os vídeos montados foram publicados em um canal público do Youtube.
Segunda a autora, quando pessoas com DI assistiam aos filmes, com os depoimentos enxergavam pessoas como eles que descreviam vitórias em suas vidas, pessoas capazes de manter uma rotina agradável, indo ao trabalho e se divertindo. Isso os inspirava.Porém, raramente um filme ou novela inclui um personagem com DI ou que tenha em sua narrativa a contribuição de alguém com DI.
O uso de Tecnologia por essas pessoas é extremamente comum, elas não se intimidam com vídeos, teclados de computadores e manipulam tablets e smarthphones com muita habilidade. O que falta são programas e atividades dirigidos a esses indivíduos.O que a autora sugere também é que essas pessoas sejam autoras de seu próprio conteúdo educacional.
Nossa política nacional de educação inclusiva não cumpre seu papel, quase todas as ações na escola não são planejadas, são isoladas e adaptadas. Frequentemente, não existe um "tutor" disponível para acompanhar a criança na escola, ali ela fica vagando a esmo, exposta ao isolamento social ou ao bullying.
Existem questões fundamentais sobre as quais nossa sociedade precisa refletir. Por exemplo,, se desenvolvemos tecnologias para o comércio , indústria e até treinamento e educação,por que não o fazemos para inclusão? As comunidades virtuais desenvolvidas são amistosas a elas?
Existem propostas educacionais e de treinamento dirigidas para os grupos de todas as idades, programas governamentais, por exemplo a Educação de Jovens Adultos (EJA). Por que tais programas não visam as pessoas com deficiência intelectual?
Políticas erradas como a negligência no combate ao mosquito Aedes e a consequente epidemia de vírus zika vão produzir uma legião de pessoas com DI. Devemos nos preparar para isso.
O abismo entre crianças "normais" e as com alguma deficiência pode ser reduzido com a priorização desse grupo na política educacional do País. Capacitar professores e educar os alunos contra o bullying e a favor da inclusão é um passo fundamental para nos tornamos um país civilizado.
Dá para perceber que a autora faz críticas a alguns aspectos da inclusão alusivas a situações ainda vivenciadas na esfera social. Considero positivo porque ajuda-nos pensar o quanto ainda é preciso fazer os enfrentamentos .
O uso de Tecnologia por essas pessoas é extremamente comum, elas não se intimidam com vídeos, teclados de computadores e manipulam tablets e smarthphones com muita habilidade. O que falta são programas e atividades dirigidos a esses indivíduos.O que a autora sugere também é que essas pessoas sejam autoras de seu próprio conteúdo educacional.
Nossa política nacional de educação inclusiva não cumpre seu papel, quase todas as ações na escola não são planejadas, são isoladas e adaptadas. Frequentemente, não existe um "tutor" disponível para acompanhar a criança na escola, ali ela fica vagando a esmo, exposta ao isolamento social ou ao bullying.
Existem questões fundamentais sobre as quais nossa sociedade precisa refletir. Por exemplo,, se desenvolvemos tecnologias para o comércio , indústria e até treinamento e educação,por que não o fazemos para inclusão? As comunidades virtuais desenvolvidas são amistosas a elas?
Existem propostas educacionais e de treinamento dirigidas para os grupos de todas as idades, programas governamentais, por exemplo a Educação de Jovens Adultos (EJA). Por que tais programas não visam as pessoas com deficiência intelectual?
Políticas erradas como a negligência no combate ao mosquito Aedes e a consequente epidemia de vírus zika vão produzir uma legião de pessoas com DI. Devemos nos preparar para isso.
O abismo entre crianças "normais" e as com alguma deficiência pode ser reduzido com a priorização desse grupo na política educacional do País. Capacitar professores e educar os alunos contra o bullying e a favor da inclusão é um passo fundamental para nos tornamos um país civilizado.
Dá para perceber que a autora faz críticas a alguns aspectos da inclusão alusivas a situações ainda vivenciadas na esfera social. Considero positivo porque ajuda-nos pensar o quanto ainda é preciso fazer os enfrentamentos .
