Outro dia, eu e minha filha adolescente de 17 anos conversávamos sobre práticas " machistas" cujo centro é a mulher. Sem fazer julgamentos preconceituosos, analisávamos a hipersexualização do corpo feminino em relação algumas profissões que trazem notória visibilidade.
A hipersexualização do corpo feminino está tão enraizada entre nós, que provavelmente, não se questiona isto, quando o corpo da mulher está estampado nas propagandas publicitárias utilizadas com o fito de promover produtos, perfumes, propagandas de cervejas e outras bebidas, carros, times de futebol, escolas de samba, concursos de beleza.
É a formosura do corpo sendo premiada, sob o título de" Musa do brasileirão", "Musa do gauchão", "Musa do carnaval, " "Miss", "Garota verão". Outra versão, em que mostra a objetificação do corpo da mulher, sendo oferecida como prêmio, disponibilizada para o desejo do homem, é a propaganda publicitária do perfume Invictus, da Paco Rabbane. Abaixo, está o link.
https://www.youtube.com/watch?v=Q8lxGGx0R04
A hipersexualização do corpo feminino está tão enraizada entre nós, que provavelmente, não se questiona isto, quando o corpo da mulher está estampado nas propagandas publicitárias utilizadas com o fito de promover produtos, perfumes, propagandas de cervejas e outras bebidas, carros, times de futebol, escolas de samba, concursos de beleza.
É a formosura do corpo sendo premiada, sob o título de" Musa do brasileirão", "Musa do gauchão", "Musa do carnaval, " "Miss", "Garota verão". Outra versão, em que mostra a objetificação do corpo da mulher, sendo oferecida como prêmio, disponibilizada para o desejo do homem, é a propaganda publicitária do perfume Invictus, da Paco Rabbane. Abaixo, está o link.
https://www.youtube.com/watch?v=Q8lxGGx0R04
Lembro-me que na infância era muito comum ver nas paredes das oficinas mecânicas, calendários do ano e pôster de mulheres nuas e seminuas, em poses sensuais, patrocinando óleo de motores e modelos de carros.
A literatura brasileira, assim como a Bíblia que é considerada o livro sagrado que guia a maioria das religiões, também traz o relato sobre o uso do corpo da mulher como produto e objeto de troca, e as histórias mencionadas, não são aquelas que se referem às prostitutas.
Logo, em nossa conversa de mãe e filha, chegamos à conclusão que a objetificação do corpo feminino está em nossos costumes, tão naturalizado no cotidiano e em todos os meios sociais, que sem refletir sobre os aspectos que alimentam a cultura machista, chegamos até achar bonitinho!
A literatura brasileira, assim como a Bíblia que é considerada o livro sagrado que guia a maioria das religiões, também traz o relato sobre o uso do corpo da mulher como produto e objeto de troca, e as histórias mencionadas, não são aquelas que se referem às prostitutas.
Logo, em nossa conversa de mãe e filha, chegamos à conclusão que a objetificação do corpo feminino está em nossos costumes, tão naturalizado no cotidiano e em todos os meios sociais, que sem refletir sobre os aspectos que alimentam a cultura machista, chegamos até achar bonitinho!
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